MQNFSP na Revista Brasileira de Sexualidade Humana

A Revista Brasileira de Sexualidade Humana, editada pela psicóloga clínica, educadora e terapeuta sexual Ana Canosa, acaba de publicar uma resenha do livro Mulheres que não ficam sem pilha escrita pela jornalista especializada em educação sexual Nathalia Ziemkiewicz. Obrigada, Ana, por dar à minha pesquisa espaço nesse importante veículo científico. E obrigada, Nathalia, por ter lido meu livro e feito comentários tão instigantes e inteligentes.

Seguem trechos da resenha:

❝Impossível não vibrar percorrendo as páginas do livro “Mulheres que não ficam sem pilha: como o consumo erótico feminino está transformando vidas, relacionamentos e a sociedade”, fruto da corajosa tese de doutorado de Luciana Walther. Em tempos de debate sobre igualdade de gêneros, tirar a sexualidade feminina do fundo do criado-mudo e compreender o motivo dessa vergonha é fundamental. A autora desconstrói mitos e estereótipos entremeando depoimentos de uma profunda pesquisa qualitativa com 25 mulheres de universos distintos, referências acadêmicas e interpretações antropológicas. […]

Ao rechear o livro de histórias que geram identificação e empatia, Luciana conquista o leitor fora do escopo acadêmico e empresarial. […]

A primorosa pesquisa qualitativa de Luciana, respaldada por robustas referências acadêmicas e somada às interpretações antropológicas, fazem de “Mulheres que não ficam sem pilha: como o consumo erótico feminino está transformando vidas, relacionamentos e a sociedade” uma experiência desafiadora. Ao menos para um(a) leitor(a) comum, justamente aquele(a) que a autora também gostaria de alcançar. Porque nos deparamos não apenas com desejos, fragilidades, preconceitos e dilemas alheios – mas com os nossos. Porque instiga a nós, mulheres, a “botar a mão ali”, a não fingir orgasmos, a deixar o vibrador em cima da pia. Não há nada de errado em sentir tesão e reivindicar o próprio gozo. O melhor é que ambos são perfeitamente recarregáveis.❞

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Sidney J. Levy Award

Onze de julho de 2017 foi um dos dias mais importantes da minha vida e certamente o mais importante da minha carreira até agora. No congresso da Consumer Culture Theory (CCT), recebi a menção honrosa do prêmio Sidney J. Levy das mãos do próprio!

Sidney Levy é a maior sumidade da linha de reflexão que temos chamado de CCT. Ele foi um dos primeiros professores de Marketing a investigar consumo pela ótica cultural. Uma busca por seu nome no Google Acadêmico gera 69.200 resultados. O primeiro deles, Broadening the Concept of Marketing, é um artigo de 1969 publicado no Journal of Marketing em coautoria com Philip Kotler, citado por 3133 autores. É uma honra colossal entrar para este seleto grupo de pesquisadores contemplados pelo prêmio que leva o nome de Levy.

O prêmio Sidney J. Levy é concedido ao melhor artigo de CCT oriundo de tese de doutorado publicado no ano anterior em um periódico científico internacional de primeira linha. Meu artigo Next stop: Pleasure Town – Identity Transformation and Women’s Erotic Consumption ficou em segundo lugar, fazendo jus à menção honrosa, que é concedida apenas de vez em quando, nas ocasiões em que o segundo colocado se mostra merecedor. Essa é a primeira vez que uma tese de doutorado defendida na América Latina é premiada. A menção honrosa do Sidney J. Levy Award é a maior validação que minha pesquisa poderia receber. Na placa, lê-se “awarded in recognition of outstanding CCT dissertation research”.

Sou enormemente grata ao meu coautor John Schouten, às minhas orientadoras de doutorado Mirian Goldenberg e Leticia Casotti, aos membros do juri, que compreenderam o que venho tentando fazer e enxergaram mérito nessa empreitada, e a toda a comunidade de CCT, que tanto me inspira e ensina. Agradeço também ao CNPq, que financiou parte de minha ida ao congresso.

Por último, gostaria de dedicar esse prêmio às muitas mulheres que têm sua sexualidade oprimida e censurada diariamente de infinitas maneiras, desde xingamentos a mutilação, passando pelas mais variadas formas de violência física e verbal. Espero que minha pesquisa ajude a diminuir preconceitos e desigualdades de gênero, mostrando que a sexualidade feminina não deve ser vista como fonte de vergonha, e sim de felicidade e bem-estar.


I would like to thank the CCT community for one of the most amazing moments of my personal life, and definitely the most important achievement of my professional life so far. The honorable mention of 2017’s Sidney J. Levy Award is the biggest validation of my doctoral dissertation I could ever ask for. It was not easy to pursue such a controversial research topic in a patriarchal society like Brazil. I faced many financial obstacles and much sexist prejudice. So, receiving this award from the community that matters the most to me is a dream come true. I would like to thank Sidney J. Levy and Eileen Fischer for being such an inspiration and for handing me the materialization of that dream. Thank you, John Schouten, for being an amazing mentor and co-author. Thank you, Dannie Kjeldgaard, Eric Arnould and Elif Izberk Bilgin, the Award’s judges that understood what I’ve been trying to do and found merit in that endeavor. Thank you, Cristel Antonia Russell, Cecilia Ruvalcaba, Samantha Cross and Alladi Venkatesh for your hard work on strengthening our community ties. Thank you, my dear doctoral advisors: Mirian Goldenberg, anthropologist extraordinaire, and Leticia Moreira Casotti, one of the first CCT researchers in Brazil, who in fact introduced me to CCT. Last but not least, I would like to dedicate this award to all women in Brazil and all over the world who have their sexuality shot down on a daily basis in so many ways, from slut shaming to mutilation. I hope my work helps reduce gender inequalities even if it’s just a little bit.

Yes, I feel like I won an Oscar.

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Eileen Fischer, Sidney Levy e Luciana Walther

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Luciana Walther, Sidney Levy e John Schouten

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Cuniculantropia III

Acabo de voltar do congresso da Consumer Culture Theory, linha de reflexão praticada usualmente em escolas de negócios, que estuda consumo pela ótica cultural. O congresso da CCT é tão avançado que encoraja pesquisadores a apresentarem seus achados científicos não apenas em forma de artigo, mas também em forma de poesia e arte. No ano passado, além do filme Dialectical Dildo, apresentei dois trabalhos artísticos, um ready-made e um conjunto de três esculturas em coautoria com o ceramista tiradentino Francisco Alessandri, que receberam os títulos de Cuniculantropia I e II.

Neste ano, o congresso aconteceu em Anaheim, na Califórnia, onde apresentei, além de um artigo científico intitulado “Humility of Things: Analyzing Material Culture’s Salience in the Erotic Industry”,  meu terceiro esforço para expressar em forma de arte os achados de minha pesquisa sobre consumo erótico feminino que se referem às transformações atravessadas tanto pela consumidora quanto pela indústria erótica. Trata-se de um relacionamento mutuamente constitutivo e, portanto, dialético. Do relacionamento entre consumidora e produtos eróticos, ambos emergem transformados.

Cuniculantropia é um neologismo inventado por mim como metáfora conceitual para essa transformação. A cuniculantropia, se entendida ao pé da letra, se refere à transformação de pessoas em coelhos, da mesma forma que licantropia se refere aos lobisomens. Aqui, o emprego da palavra não é literal evidentemente, mas sim uma interpretação poética da consumidora transformada por sua interação com a indústria erótica.  O coelho é usado como alegoria para sexualidade, já que dá nome a um dos produtos eróticos mais conhecidos, o vibrador do tipo rabbit, e é um animal notório por sua capacidade reprodutora.

Em meus trabalhos artísticos, minha intenção tem sido estender a metáfora do textual para o visual. A quimera originada da cuniculantropia corresponde à consumidora indelevelmente transformada por sua participação na indústria erótica e, também o inverso, a indústria transformada pela consumidora.

Utilizei a técnica da collage e, por isso, tenho muito a agradecer à minha amiga, designer  e artista Marcia Albuquerque, que me deu uma incrível aula de collage. A collage é a técnica (ou o meio) perfeita para expressar teorias neomaterialistas, como a Teoria da Assemblagem, que pressupõe que os cidadãos nas sociedades de consumo são assemblagens tecnossociais formadas pela pessoa e pelos objetos materiais que da sua vida fazem parte. Expressa também a famosa teoria do Eu Estendido, de Belk, que entende que objetos de consumo muito relevantes para os indivíduos passam a fazer parte de sua identidade. Ajudam a construi-la e a expressá-la.

Minha collage Cuniculanthropy III foi um sucesso! Muita gente comentou e elogiou. Surgiram interpretações que me fizeram perceber aspectos do meu próprio trabalho que ainda me eram inconscientes. Uma colega sugeriu que todos os alunos de doutorado tentassem exprimir suas pesquisas em forma de collage para aprofundar sua compreensão do que eles próprios estão fazendo.

Esta collage funciona nos dois sentidos verticais, cada um oferece mais camadas de significados para o observador. O antropólogo Richard Parker, ao estudar a identidade sexual brasileira, constatou que, enraizada em nossa desigualdade entre gêneros, está a noção da mulher enquanto virgem e enquanto puta. A primeira representa o controle masculino sobre a sexualidade feminina. A segunda, ao mesmo tempo, valida a masculinidade e a desafia. Uma de minhas mulheres tem os braços cruzados em santidade ou adoração; um coração sagrado e vibrante que ela guarda como tesouro. A outra mulher tem chifres feitos de conchas; uma armadura de pequenas frutas vermelhas. Estão interligadas pela orquídea de Georgia O’Keeffe. Que também cobre os olhos da consumidora-santa. Ou lhe servem como óculos. Um sorriso suculento com sabor de goiaba. Outro sorriso quebrado, cubista, assanhado. Asas que saem dos quadris. Instruções para construir um coelho se transformam em mais asas, estas com a transparência das de um inseto. Um homem também faz parte da assemblagem. Você consegue identificar os produtos eróticos nesta imagem? Don’t forget to play.

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Ainda na loja de molduras

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No congresso de CCT, Dineyland Hotel, Anaheim, EUA

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Palestra na Sexy Fair, Rio de Janeiro

No sábado, 22 de abril, estarei na feira de negócios Sexy Fair, no Rio de Janeiro, conversando sobre consumo erótico feminino com empresários e empreendedores da indústria erótica e com quem mais quiser discutir sexualidade feminina sem tabus, com naturalidade e embasamento científico.

A Sexy Fair é um evento que reúne fabricantes, importadores e lojistas. Além de permitir a realização de negócios entre esses participantes da indústria erótica, ela oferece também muitas atrações e preços baixos para consumidores.

Na minha palestra, descreverei os resultados científicos de minha pesquisa de doutorado que dizem respeito às etapas do ciclo do consumo:

  • detecção de uma necessidade por parte da consumidora,
  • pesquisa por opções de produtos que saciem tal necessidade,
  • experiência na loja (física ou virtual),
  • escolha entre marcas,
  • aquisição,
  • uso,
  • armazenamento em casa,
  • higienização
  • e, por fim, descarte.

Sua marca está satisfazendo a consumidora em cada uma dessas etapas? Ou melhor, sua marca está encantando a consumidora em cada uma dessas etapas? Quais necessidades da consumidora sua marca está atendendo? Quais necessidades ela está deixando de atender? Venha conhecer os encantamentos, complacências e frustrações da consumidora de produtos eróticos.

A palestra acontecerá às 19h20min, do sábado, 22 de abril. A Sexy Fair acontece no Centro de Convenções SulAmérica, na Rua Paulo de Frontin, 1, Cidade Nova, Rio de Janeiro. O livro Mulheres que não ficam sem pilha estará à venda no estande Sonho Íntimo.

flyer verso (palestra)

flyer frente (capa do livro)

Do lixo ao luxo

“Não [tenho mais meu primeiro vibrador], joguei fora. Fui jogando fora. Eu acho que o maior problema nosso, hoje, é você jogar fora um negócio desses. (…) Porque é complicado, né, cara? Se você embrulha e bota na lixeira, [se] a pessoa fuçar sua lixeira, vai saber que foi você.” Ruth, 59 anos

Essa preocupação não é exclusiva de Ruth. Ela foi manifestada por várias entrevistadas de minha pesquisa. Os relatos sobre descarte de vibradores velhos são inevitavelmente engraçados. Eles revelam, sob a ótica do marketing, uma necessidade não atendida pela indústria e, sob a ótica antropológica, as estratégias empregadas pelas consumidoras para lidar com relacionamentos desfeitos. Como a indústria erótica e sensual pode ajudar a consumidora a resolver o problema prático de jogar fora um vibrador quebrado e o problema emocional de se desfazer de um objeto que, muitas vezes, estava associado a um amor?

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“Ah, isso foi muito engraçado. Eu parecia uma espiã (risos). Jogando as pirocas pelos lixos do Rio de Janeiro. (…) Eu botei num saco preto e fui jogar os cadáveres fora. Aí uma amiga minha tava comigo e ela falou ‘joga no lixo dessa casa aqui’, porque tinha uma lixeira pra fora da casa. Quando eu olhei, era a casa da irmã do meu ex-namorado. Eu falei ‘imagina se a câmera me pega!’. [A irmã iria pensar:] ‘a tarada que não casou com meu irmão desovando piroca no meu lixo!’ (risos). Aí eu fui pro shopping, aí botei um monte de capa de piroca, cada um… Porque não ia caber no lixo do shopping, aí botei cada capa num saco, eu ia desovando, parecia uma sequestradora pegando resgate na lixeira. Parecia que eu… Jogava uma coisa e ficava olhando… Daqui a pouco, eu ia pra outra lixeira, andando, e a minha amiga rindo, morrendo de rir. E joguei fora.” – Michelle, 38 anos

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“Eu juntei uns cinco, aí eu embrulhei tudo e joguei no lixo. (…) Eu tava na Alemanha. Eu levei quebrado pra Alemanha, porque eu não tinha coragem de jogar fora [aqui no Brasil] (risos)! Acho que eu tinha um relacionamento emocional com o tal do vibrador. (…) Eu embrulhei todos num jornal e a gente [eu e meu marido] jogou isso num lixo público. Longe de casa (risos)!” – Julia, 38 anos

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“Ele parou de funcionar, as bolinhas rodam e tal, ele parou de fazer aquilo. E a rotação também… (…) Vai ficando fraca. Mas, na verdade, pra mim, foi um problema jogar fora. Aí eu resolvi sabe como? Por incrível que pareça. Peguei, coloquei num saco plástico, peguei o carro, fui pra rua. Meu apartamento era (…) dois apartamentos por andar. O outro era uma coroa bem coroa mesmo, que nego não ia achar que era ela. Então eu achei que ficava muito, assim, visível a coisa. Aí peguei, botei num saco plástico, peguei o carro, fui na rua, procurei uma lixeira dessas da Prefeitura e coloquei ele lá dentro.” – Ruth, 56 anos

Um pesquisa científica pode ter seu mérito reconhecido de várias formas. Ela pode ser aprovada para publicação em veículos científicos importantes, ela pode se tornar referência nas salas de aula ou para pesquisas futuras, ela pode ganhar prêmios, ela pode ser abraçada e divulgada pela imprensa, ela pode despertar o interesse do grande público não especializado. Na área de Administração, um dos maiores reconhecimentos da relevância de uma pesquisa científica ocorre quando seus resultados são estudados pelas empresas, norteando decisões gerenciais. Nem toda pesquisa consegue inspirar práticas administrativas. Muitas não conseguem ultrapassar as fronteiras do mundo acadêmico.

Então, fiquei imensamente feliz quando recebi a notícia de que o capítulo do livro “Mulheres que não ficam sem pilha” que trata das dificuldades no descarte de vibradores tem influenciado decisões da indústria erótica e sensual brasileira. Na feira de negócios SexyFair, que acontecerá em abril de 2017 no Rio de Janeiro, haverá pela primeira vez um ponto para coleta de vibradores usados. O projeto “Coleta e Descarte Itinerante de Sextoys” é uma parceria entre o Instituto Sexualidade Positiva e a ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual), com o apoio da Hot Flowers, maior fabricante de produtos sensuais da América Latina.

Clique na imagem abaixo para ler a notícia “Feira erótica SexyFair terá ponto de descarte para vibradores usados” publicada no site da ABEME.

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Janela indiscreta

“Fabricante (…) concordou em pagar até US$ 7,5 mil a consumidores que compraram um ‘vibrador inteligente’, que rastreava o uso do aparelho sem o conhecimento dos donos.”
 
O crime do fabricante foi apenas não revelar aos consumidores que seus hábitos seriam rastreados? Se tivesse revelado, diante das leis de privacidade atuais, não teria havido motivo para processo? E se o produto não fosse relacionado a sexualidade? Afinal, onde está o crime? Em rastrear hábitos de consumo? Em rastrear hábitos sem que o consumidor saiba? Em rastrear hábitos de consumo sexual? Ou em todas as opções anteriores?
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Cada vez mais, nós consumidores somos rastreados pelas empresas que nos atendem. O Facebook sabe sobre nossa vida talvez até mais do que nós mesmos saibamos. Nossa privacidade tem sido invadida com nosso consentimento, quando aceitamos os termos de uso de uma rede social ou quando adquirimos e utilizamos determinado produto tecnológico. O sistema já é criado de tal forma que, para consumir, você tem que ceder seus dados.
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O uso dessas novas ferramentas é extremamente útil para as empresas que, conhecendo melhor seu consumidor, podem se diferenciar da concorrência. Esse conhecimento pode ser convertido em tratamentos personalizados que sejam úteis também para os consumidores. Em vez de vermos anúncios aleatórios, recebemos propaganda daquilo de que precisamos no momento. Quando nosso estoque de determinado produto está acabando, ele já nos é oferecido pelo fabricante.
giphy toalha
 Mas em que ponto traçamos a fronteira a partir da qual não queremos mais compartilhar nossa vida com as empresas? As usuárias da tecnologia estão dispostas a repassar o controle ao consumidor, oferecendo real possibilidade de configuração de privacidade? Elas são éticas o suficiente para virar de costas e fechar os olhos quando o consumidor pede? Há leis que impeçam as empresas de ultrapassar os limites estabelecidos pelos consumidores? Ou melhor, leis são suficientes para segurar a tecnologia? Ou tecnologia só se segura com tecnologia?
 
Clique na imagem para ler a notícia “Fabricante de vibrador é condenada por rastrear hábitos sexuais dos usuários” publicada no jornal O Globo151103-we-vibe-mn-1000_63fa4c3c1a75374a6bcda79ea4387d12.nbcnews-fp-1200-800-:

Lançamento do livro “Mulheres que não ficam sem pilha” no Rio de Janeiro

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No dia 25 de janeiro, aconteceu o lançamento do livro “Mulheres que não ficam sem pilha”  na Livraria Argumento no Rio de Janeiro. O evento foi um sucesso e reuniu várias pessoas queridas. Obrigada a todos que estiveram lá e … Continue reading